sábado, 25 de outubro de 2014

Você já sabe o que fazer, não sabe?



Se sua memória não está muito boa, aqui vai um lembrete:
depois-das-cicatrizes-um-projeto


terça-feira, 21 de outubro de 2014

LUZ DOS OLHOS... para olhar com o coração!


Apreciar o trabalho de Andréa Luz é uma dádiva, um prazer. Sua técnica de desenho, com lápis de cor ou com pastel seco, é irretocável, perfeita. E a sua emoção aflora, imerge, salta aos olhos em cada desenho. IMPERDÍVEL!

A exposição está na Morada dos Baís, na Afonso Pena (esquina com Av. Noroeste, 5140), em Campo Grande, MS, até dia 1° de novembro de 2014.



domingo, 12 de outubro de 2014

“A diminuição da mata nos mananciais e a lição da seca em São Paulo” – artigo de Bruno Calixto – Blog do Planeta – Revista Época

Em um texto revelador, o repórter Bruno Calixto explica que a falta d’água em São Paulo não é uma simples questão climática:
  
A cidade de Extrema, no sul de Minas Gerais, enfrenta a mesma situação de seca que São Paulo. Só que, enquanto nascentes paulistas se esgotam, Extrema não corre risco de racionamento. A água brota, mesmo sob forte estiagem, graças a um programa de reflorestamento. A cidade mostra quanto a floresta importa para o abastecimento de água. Projetos que usem Extrema como referência poderão suavizar os efeitos das estiagens em todo o país. Infelizmente, a cidade mineira é um caso isolado. Um levantamento feito pela Fundação SOS Mata Atlântica, divulgado com exclusividade por ÉPOCA, mostra que as florestas da região da Cantareira, de onde sai a água que abastece São Paulo, estão muito mais desmatadas do que se imaginava. Isso causa impacto no abastecimento de água.”



FONTE DA IMAGEM: Tatiana Morita Ishihara.


quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Meu terceiro livro...


Celebrando dezembro, janeiro, fevereiro... é uma viagem no tempo e no espaço através do real e do imaginário em crônicas, narrativas, contos e depoimentos desde a minha infância. Nele eu abordo vivências, perdas, escolhas e prazeres (alguns impublicáveis), com “artes” e joelhos esfolados (medo de monstros, pavor de dentista) até o primeiro baile, o final da adolescência, os amores, a carreira acadêmica e a maturidade.

A autora do prefácio, Maria da Glória Sá Rosa – Professora de literatura e membro da Academia Sul-mato-grossense de Letras – comenta que “o bom cronista mantém o leitor preso à narrativa, como criança na expectativa do recreio, aguardado com amorosa impaciência. Por isso, ouso afirmar que o tempo, que nos prende ao passado e nos empurra para o futuro, é seguramente o ‘leitmotif’ da boa crônica. É ele o devorador, inventor das coisas, descobridor de mistérios, porto em que se afirmam as crônicas de Maria Eugênia Carvalho do Amaral em sua mais recente criação – Celebrando dezembro, janeiro, fevereiro... –, alusão ao tempo que anuncia e responde a dúvidas e a sonhos. Impossível parar, depois que nossos olhos mergulharam na leitura de tão fascinante livro.”

Também sobre minha obra, o Prof. Dr. José Fernandes – Crítico literário e membro da Academia Goiana de Letras – escreveu: “Cada crônica, cada texto de Maria Eugênia é uma surpresa, porque ela muda de voz e de tom, como se fosse polifônica. Por isso, dialoga com o mundo e com tudo que o constrói, sempre conservando seu lado científico, mesmo quando faz história ou fala dela. A narrativa ‘Flores simples, flores ímpares’, por exemplo, constitui um exemplo singular dessas vozes que se entrecruzam em seu discurso. Nela, podemos ouvir a voz da bióloga, da ecóloga, em perfeito diálogo com a poesia, para mostrar a singularidade da mulher; não com um tom feminista, mas com uma singular feminilidade.”

O livro será lançado em Dourados amanhã (sexta-feira), dia 26 de setembro, das 18 às 22h, na Livraria “Canto das Letras” – Av. Weimar Torres, 2440.

Em Campo Grande, o lançamento será oportunamente anunciado (provavelmente em novembro).


 

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