segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Jennifer Maestre — Uma mestra em esculturas, a lápis

Descobri Jennifer Maestre ao procurar uma foto das esculturas de um amigo. Gostei de imediato das formas, das cores e do aspecto lúdico do trabalho, montado com pequenos e exatos pedaços de lápis colorido. A atração pela obra talvez esteja exatamente nisto: TOQUINHOS DE LÁPIS COLORIDO – uma imagem que remete à infância e ao prazer de colorir levado ao extremo, até o menor toquinho possível que ainda permitisse aos pequenos dedos extrair o último tantinho de cor.

Essa mestra, que circula por todo o mundo com suas esculturas, nasceu em Johannesburg, África do Sul. Seu trabalho com lápis surgiu de uma curiosa fonte de inspiração: o ouriço-do-mar. Em seu site, Jennifer explica: “Os espinhos do ouriço, tão perigosos mas tão belos, servem de alerta explícito de que não devem ser tocados. Sua textura, no entanto, nos atrai ao toque, apesar das possíveis consequências. À medida que essa tensão se desvela, sentimos um puxão e um empurrão, o desejo e a repulsão. Os segmentos de lápis apresentam aspecto afiado e liso ao mesmo tempo — duas experiências muito distintas de estética e textura”.

Uma entusiasta sobre seu trabalho, a escultora afirma que “o paradoxo e a surpresa são inerentes à minha escolha de materiais. Utilizo grande quantidade de objetos produzidos industrialmente para criar formas flexíveis que lembram os formatos orgânicos de animais e da natureza. Os lápis são objetos comuns, e aqui [na escultura] esses objetos anônimos se tornam a estrutura. Certamente há uma fragilidade no aspecto por vezes brutal dessas esculturas, uma vulnerabilidade que é desmentida pela textura atemorizante”.

A foto acima é de uma das esculturas que representa uma estrela-do-mar (“parente próxima” do ouriço-do-mar) em visão ventral (ou seja, olhada por baixo). Conheça mais sobre a escultora e suas obras:



domingo, 14 de novembro de 2010

Dois gatos miando na ópera

Com “letra” e música de Rossini, o Duetto di due Gatti (Dueto de dois Gatos) é uma ópera bufa. Montserrat Caballé dizia que Rossini, que sempre compôs para vozes femininas, fez esta peça musical especialmente para que as mulheres não confundissem a letra dos versos. E assim, no lugar de palavras... miados! Um compositor no mínimo irônico.

Divirta-se com a apresentação dos dois sopraninos do coral “Les Petits Chanteurs a la Croix de Bois” (Os Pequenos Cantores de “Croix de Bois”) em um concerto em Seul, Coreia.


segunda-feira, 8 de novembro de 2010

FOTO & HUMOR ― Sério?


― Jura?... Sério?... Estou pasmo... De queixo caído!

[Foto de Wolfgang Holtmeier]

domingo, 7 de novembro de 2010

CineArt – UFMS apresenta: TUDO SOBRE MINHA MÃE

TUDO SOBRE MINHA MÃE, filme espanhol de 1999, com roteiro e direção de Pedro Almodóvar e premiado com o Oscar de “Melhor Filme Estrangeiro” em 2000, começa com o dia do aniversário de Esteban, que ganha de presente da mãe, Manuela, um ingresso para ver a nova montagem da peça “Um Bonde Chamado Desejo”, estrelada por Huma Rojo. Após a peça, ao tentar pegar um autógrafo de Huma, Esteban é atropelado e morre. Manuela resolve então ir de encontro ao pai de seu filho, que vive em Barcelona, para dar-lhe a notícia. No caminho encontra o travesti Agrado, a freira Rosa e a própria Huma Rojo. “A ética tirada do tradicional. Tudo sobre minha mãe é ainda muito sobre meu pai”.

Assista ao trailer (abaixo postado).

CineArt - UFMS apresenta “TUDO SOBRE MINHA MÃE”, de Almodóvar
DATA: Amanhã, dia 8 de novembro – segunda-feira
HORÁRIO: às 13h
LOCAL: Sala do Mestrado em Física, na Unidade V
ENDEREÇO: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – UFMS – Campo Grande
ENTRADA FRANCA


sábado, 6 de novembro de 2010

Mulheres na Arte Ocidental — 500 anos de olhares femininos

Ao som do violoncelo de Yo-Yo Ma tocando Bach, você vai se encantar com a fusão de imagens realizada por Philip Scott Johnson nesse curta-metragem de animação: “500 Years of Female Portraits in Western Art” (“500 Anos de Retratos Femininos na Arte Ocidental”). Uma montagem criada com rostos de mulheres extraídos de obras-primas de Da Vinci, Rafael, Botticelli, Ticiano, Rubens, Manet e Renoir. Veja também os retratos femininos presentes em detalhes das telas de Gauguin, Matisse, Klimt, Dalí... A mostra virtual termina ao cobrir exatos 500 anos, com uma obra de Picasso de 1946.

Vejo e revejo a sucessão de rostos e percebo que cinco séculos de visões, escolas e tendências, da Renascença ao Movimento Moderno, embaladas pelo som de um músico americano nascido na França e de origem chinesa, ao interpretar uma peça de compositor alemão, são apenas uma pequena fração, embora magnífica, da força e da delicadeza com que podem se manifestar a criatividade e a diversidade humanas.

E vou dormir em paz, embalada pela harmonia feita de multiplicidades que a humanidade sabe e pode produzir.


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Um livro que abre porteiras do Pantanal

Porteiras Assombradas do Paraíso ― Embates da Sustentabilidade Socioambiental no Pantanal, de Icléia Albuquerque de Vargas, será lançado hoje, dia 5 de novembro, na Livraria Lê, em Campo Grande.

A autora informa que “através de uma construção interdisciplinar no domínio do meio ambiente e do desenvolvimento, o livro analisa os conflitos e embates dos processos de gestão do território e da paisagem do Pantanal Mato-grossense em sua porção sul [...], aprofundando o debate sobre territorialidade, identidade, sustentabilidade, governança, patrimônio e pertencimento. A obra propõe desvelar o jogo que permeia as perspectivas do discurso da sustentabilidade ambiental”.

No livro, “o Pantanal é analisado enquanto uma região complexa, palco de inúmeros interesses conflitantes, tais como áreas de proteção ambiental, patrimonialização da natureza, cultura tradicional, paisagem dinâmica e de especial valor cênico, enorme rebanho bovino produzido nos moldes tradicionais e anseios por modernização”.

Com essa abordagem, o livro de Icléia Vargas não poderia ficar fora da programação do 3.º Seminário Internacional América Platina, que está acontecendo em Campo Grande, focalizando o tema “Identidade, diversidade e linguagens do território platino”.

Saiba mais sobre a autora: Icléia Albuquerque de Vargas possui graduação em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), mestrado em Educação pela UFMS e doutorado em Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Federal do Paraná, com estágio de doutorado no LADYSS (Laboratoire Dynamiques Sociales et Recomposition des Espaces), Paris X Nanterre. É Professora Adjunta do Departamento de Geociências (DGC) do Campus de Aquidauana (CPAQ) da UFMS. Atua como professora nos cursos de Geografia e de Turismo (DGC/CPAQ) e no curso de Pedagogia (DED/CCHS) e também como professora e orientadora no curso de Mestrado em Ensino de Ciências (linha de pesquisa Educação Ambiental) do CCET/UFMS. Faz parte de grupos de consultores das revistas Ambiente & Educação (FURG), Desenvolvimento e Meio Ambiente (UFPR) e Ensaios e Ciência (Campo Grande). É membro do NEER (Núcleo de Estudos em Espaço Representação), do GTTUR/UFMS (Grupo Temático de Turismo e Ambiente) e do GEPEA-MS (Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Ambiental de Mato Grosso do Sul). Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Geografia Escolar e Disciplinas Escolares, atuando principalmente nos temas educação ambiental, geografia cultural, Pantanal, meio ambiente, turismo e percepção ambiental.


LANÇAMENTO DO LIVRO:
Porteiras Assombradas do Paraíso ― Embates da Sustentabilidade Socioambiental no Pantanal, de Icléia Albuquerque de Vargas

DATA: Hoje, sexta-feira, dia 5 de novembro.
HORÁRIO: 20h
LOCAL: Livraria Lê ― Rua Antônio Maria Coelho, 3862 ― em Campo Grande.
TELEFONE: (67) 3326-1210

Humberto Espíndola ― Duas telas em capa de livro



De imediato reconheci elementos da pintura de Humberto Espíndola quando vi a capa do livro Porteiras Assombradas do Paraíso ― Embates da Sustentabilidade Socioambiental no Pantanal, de Icléia Albuquerque de Vargas ― veja o post Um livro que abre porteiras do Pantanal.

E a autora me esclareceu: “Observe que a ilustração da capa é uma produção do Lennon (da Editora UFMS) feita a partir de fotografias de duas telas do Humberto Espíndola (uma delas, inclusive, inédita, apesar de antiga)”.

Parabéns ao Lennon pela bela fusão! Que bom que o Humberto permitiu o acesso tão providencial ao Pantanal e ao seu boi mitológico através de uma porteira mágica.

Parabéns à Icléia, não só pelo lançamento da obra, mas por permitir que a ilustração da sua capa mostre um pouco da magia das imagens do artista plástico Humberto Espíndola:


Veja mais sobre Espíndola e sua obra acessando o portal:


quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Haruo Ohara ― lavrador e fotógrafo


Ele nasceu no Japão e imigrou aos 17 anos para o Brasil, com os pais e irmãos, se estabelecendo na cidade de Londrina, PR, onde se tornou lavrador e fotógrafo. Haruo Ohara (1909-1999) cultivou a terra ao longo de boa parte de sua vida adulta e, simultaneamente, fotografou sua vida e de seus familiares, gravando imagens de uma simplicidade, sensibilidade e delicadeza poucas vezes observadas.

Considerado atualmente um dos mais importantes nomes da fotografia brasileira da segunda metade do século XX, seu acervo foi doado pela família ao Instituto Moreira Salles (IMS), em janeiro de 2008. O acervo ― formado por cerca de oito mil negativos em preto e branco, dez mil negativos coloridos, dezenas de álbuns e centenas de fotografias de época, além de equipamentos fotográficos, objetos, documentos pessoais, diários e livros ― permite um estudo aprofundado da obra do fotógrafo e de sua vida como imigrante e pequeno agricultor no norte do Paraná.

Conheça mais sobre Haruo Ohara e seu acervo:

FONTE DA IMAGEM E DO TEXTO: Instituto Moreira Salles - IMS.

“Em busca do elo perdido” – Um enredo para Indiana Jones

FONTE DA IMAGEM: Revista PLoS ONE

No lugar de “a arte imita a vida”, esta descoberta arqueológica faz o estilo “a vida imita a arte”. Estes são alguns dos fatos que ocorreram: filmagens nos locais das escavações em que foi encontrado o fóssil; descrições das etapas de sua descoberta; preservação e descrição científica; e, finalmente, publicação no periódico científico online Public Library of Science One (PLoS ONE), com lançamento simultâneo de um documentário para a televisão e um livro: “The Link” (O Elo).

Além de toda essa agitação, um artigo publicado na revista inglesa The Economist relata o curioso detalhe de que “o fóssil foi extraído por colecionadores particulares cerca de 26 anos atrás e vendido há dois anos para o Museu de História Natural de Oslo, Suécia, em uma negociação feita em um bar de Hamburgo, Alemanha. Indiana Jones ficaria orgulhoso”.

E então? Quando o filme entra em cartaz?

Leia o polêmico artigo científico na íntegra clicando AQUI.


terça-feira, 2 de novembro de 2010

FOTO & HUMOR ― Reencontro de velhos conhecidos


[Foto do site Pixdaus]

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O menor filme de “stop-motion” do mundo

Tudo começou com uma ideia de um professor… Ao inventar o CellScope, um dispositivo da Nokia acoplável a um microscópio, o Professor Fletcher inspirou um minifilme, dirigido pela “Sumo Science”, da produtora britânica Aardman Animations. A estrela é uma menininha de 9 mm chamada Dot (“Ponto”), que vive em um mundo microscópico. Todos os minúsculos detalhes foram filmados com tecnologia CellScope e um celular Nokia N8, com câmera de 12 megapíxels e lentes Carl Zeiss.

[Obrigada ao Prof. Paulo Robson - UFMS - pela dica.]





Professoras, maçãs e outras tentações




O texto abaixo não é meu ― foi escrito por ANA ELISA RIBEIRO ―, mas eu adoraria ter sido a autora. Delicie-se com a crônica desta mestra mineira sorvendo cada frase, como deve ser apreciada uma poção especial:




Foi uma professora que me disse que títulos de textos devem resumir a ideia principal. Tenho a maior antipatia desse ensinamento até hoje. Desde que descobri que a vida não é assim, desse jeito, exatamente, comecei a refrear meus impulsos de acreditar em tudo o que os professores diziam. E olhem que eu nem sou dessa tal geração Y ou digital ou nativa isto ou aquilo. Eu era uma pobre estudante de escola pública (boa, frise-se), num mundo ainda popularmente analógico (nos bastidores, o computador e a internet já existiam).

Para compensar a decepção com a professora que desensinava a fazer títulos inteligentes, tive boas aulas de Física, melhores ainda de Química e um espetáculo de aula de Biologia. Só consigo explicar mínimas coisinhas para o meu filho hoje porque as aulas sobre DNA e RNA foram bacanas. E aquelas sobre campo magnético, empuxo e vetores ficaram grudadas na memória, na boa memória, diga-se. Não aquela associada, comumente, à decoreba, mas aquela de longo termo, que guarda as coisas que a gente realmente aprende.

Um único ser (estranho, aliás) nesta vida me fez aprender algo de matemática. O método não era lá muito ortodoxo, mas funcionou (talvez porque a aluna também não fosse muito certinha). O cara, que acreditava em alienígenas e dizia fazer, frequentemente, viagens astrais, dava umas eficientes aulas de escalonamento e, mais fascinante ainda, ensinava teoremas como se fossem poesia pura. Vai ver até são, mas é preciso saber experimentar. Ele se babava de tanto amor aos bichinhos. Gastava alguns quadros (negros, lousas, como prefiram, mas daquelas escritas a giz, com bastante atrito) por aula, escrevendo, escrevendo, escrevendo aquelas fórmulas imensas, cheias de meneios de lógica e visão, para, ao final, deixar a sigla, fantástica, c. q. d. Era o ápice, o auge, a epifania. Até eu, que nem era dada a essas linguagens tão abstratas, curtia demais o "como queríamos demonstrar" assinado ali embaixo, à direita do quadro-negro.

Minha maior nota no vestibular (que ainda existia e era exigente)? Química. Ela mesma, suas fórmulas, ligações, desenhos e forças. Os elementos, suas valências e seus números de massa. Muitos já se foram desta memória tão mais treinada em palavras, mas algo ainda resta.

Outro dia, participando de um trabalho em Brasília, uma equipe de revisores de português lia textos sobre enfermagem, medicina e veterinária. Lá íamos nós, passeando pelos nomes científicos, pelas espécies, pelos prontuários hipotéticos e estudos de caso. E então as aulas da escola e aquelas tidas informalmente com amigos, ex-namorados e parentes surgiam e ressurgiam na leitura dos documentos. "Cair da própria altura", dizia a revisora do Recife. Existe isso? Sim, claro, é o vulgarmente conhecido como "tombo". E me lembrei dos amigos médicos e fisioterapeutas comentando sobre os prontuários de bêbados que racharam o coco no chão. E em que momentos a gente não aprende?

Não tem jeito. Aprender é um negócio balístico, inexorável, irrefreável. Aprender é até sem querer. Abriu os olhos, aprende. Inclusive (e principalmente) coisa errada. E também as certas. Aprende com o que os outros dizem e com o que fazem, especialmente. É uma luta incessante ser professor de escola, às vezes contra todos os outros professores que atuam fora da escola. O mestre (diplomado) diz "não jogue lixo na rua, menino"; o pai do menino faz o lixo voar pela janela do carro. A mestra (diplomada) diz "não fale palavrão, menina"; a mãe da guria não se contém nem com a novela das oito, xingando todo tipo de palavra cabeluda. O professor de literatura puxa daqui e dali, adota um livro famoso, desses de autor consagrado. Lá vai a mãe do aluno processar o professor porque o livro tem palavrão. Ai, santa inocência. Santa hipocrisia.

Outro dia foi "dia do professor". É parabéns daqui e da dali. Chuva de elogios no Twitter. Distribuição de livros, cafezinho no corredor, maçãs vermelhinhas em cima da mesa. Oba, alguém me deu os parabéns assim, meio fora de contexto. Que coisa boa. Mas, vejam, eu quero minha parte em respeito. E, por que não, em dinheiro. Não sei qual dos dois renderia mais na minha poupança de dignidade.

Uma grande massa de xingos, desrespeitos e notícias passa o ano acusando o professor e a escola de todas as culpas do mundo. Além de ser malformado, incompetente e pobre, agora o professor também tem a obrigação de estar à frente em todas as tecnologias, de administrar cinco ou seis contas de e-mail e redes sociais da moda e ainda resguardar sua vida privada. Tem de estar atento ao bullying, tirar piolho dos meninos e interceptar beijos mais quentes de adolescentes no corredor. A escola tem de ser creche, prisão, educandário, lan house, restaurante e hospital. Agora é obrigação dela educar, ensinar a ler, escrever, contar, digitar, ter bons modos e colaborar, porque as assimetrias acabaram e o professor tem de assumir a postura de um mediador, facilitador ou seja lá que nome isso tenha.

Os grandes mestres do passado, aqueles da matemática c. q. d. ou da biologia das células, provavelmente já se aposentaram. Não duvido nada que as aulas da Ana Lúcia fossem muito mais bacanas e interativas hoje, com Prezi, efeitos de Flash e projetadas num quadro branco, com alta resolução. Tudo pronto, feito em casa, num pen drive, só pra ela narrar e apontar. Não duvido mesmo. O que me aluga muito é esse choque de discursos que vêm atormentar os ouvidos de quem nunca, nem um dia no ano, recebe respeito de fato, especialmente institucional. Os românticos que me desculpem, aí, nada pessoal, mas quero minha parte em salário, formação e respeito.

Ana Elisa Ribeiro

[Crônica clipada de http://www.digestivocultural.com/]

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Sobre a autora: Ana Elisa Ribeiro é doutora em Linguística Aplicada (Linguagem e tecnologia) e mestre em Estudos Linguísticos (Cognição, linguagem e cultura) pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde também se bacharelou e licenciou em Letras/Português. É pós-doutora em Comunicação pela PUC-Minas (2009-2010), com pesquisa sobre layout e leitura. É professora do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), onde ministra disciplinas na graduação e no mestrado em Estudos de Linguagens, além de ser editora-chefe da revista Educação & Tecnologia e coordenadora geral de divulgação científica e tecnológica. Presta assessoria na área de edição, tendo atuado em diversas casas editoriais mineiras. Como pesquisadora, trabalha na interface entre linguística, comunicação, design e educação. Tem diversos textos publicados em livros e revistas, especialmente com relatos de pesquisa em temas como tecnologias e educação; história das tecnologias da escrita e da leitura; formação e atuação de editores e revisores; multimodalidade e leitura; design, usabilidade e leitura; letramentos e novas tecnologias. Também se dedica à produção cultural como cronista do Digestivo Cultural (São Paulo) desde 2003 e do jornal Letras (Belo Horizonte) desde 2007. É autora de livros de poesia e de publicações literárias coletivas no Brasil e em Portugal.

[Fonte do texto sobre a autora: Currículo Lattes de Ana Elisa Ribeiro.]


 

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