terça-feira, 31 de julho de 2012

Evolução!?


sábado, 28 de julho de 2012

Afinal, que dia é hoje?


É isso mesmo. Que dia é hoje? Não basta ser sábado ou domingo, dia 28 ou 29 de julho. Atualmente nenhum dia fica impune; há sempre algo mais em uma data qualquer. Quer conferir? Vamos dar uma espiada na última semana: na sexta-feira, 27, comemorou-se o Dia do Motociclista; a quinta-feira, 26, foi o Dia dos Avôs; já 25 de julho, que celebrou o Dia de São Cristóvão, foi a data campeã da semana com o Dia do Motorista, do Taxista, do Caminhoneiro, além de ter sido o Dia do Colono, do Escritor e da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha. A terça-feira, 24 de julho, foi o Dia da Iluminação Elétrica e a segunda-feira, 23, foi dedicada ao Guarda Rodoviário. Na semana anterior, o dia 19 (ou terá sido 20?) foi o Dia dos Amigos. Tudo isso sem esquecer aqueles (e aquelas) que gostam da grafia politicamente correta: Dia do Motociclista e da Motociclista, do Caminhoneiro e da Caminhoneira, dos Amigos e das Amigas, dos Avôs e das Avós.

E há mais, muito mais... Não há data que escape: Dia do Cantor Lírico e do Futebol, Dia da Junta Comercial, do Comércio, do Comerciário e do Comércio Exterior. Muitas datas comemorativas são marcos importantes para categorias de trabalhadores, algumas representam dias de luta, outras lembram ganhos na justiça e há aquelas que registram tragédias. São dias e mais dias, feriados ou não, comemorados efusivamente ou ignorados. Muitos foram planejados, cuidadosamente, para mobilizar o comércio em grandes vendas; outros relembram fatos que nunca deverão ser esquecidos.

Geralmente não me lembro de datas. Essas lembranças tornam-se um hábito somente quando certos eventos se repetem em nossa vida. E é exatamente isso que tem me preocupado: cenas persistentes, assustadoramente presentes no cotidiano de todos nós.

Pense um pouco. O que tem acontecido todo dia? Basta ler um jornal, ver o noticiário de qualquer canal de TV ou mesmo conversar com um vizinho. Você já sabe do que estou falando... Todo dia alguém sofre algum tipo de violência. E violência gera notícia. Em minha percepção, quanto mais o assunto se prolonga, maior é a sensação de que algo maléfico nos envolve.

Entristece-me (e me assusta) ver pessoas que comentam atos violentos com a maior naturalidade, e até certo frisson, como quem relata as cenas empolgantes de um ator recém-premiado.

Estamos chegando a uma situação limítrofe: a da violência que perde, cada vez mais, a sua verdadeira face — deformada, velada —, e se transforma em um espetáculo de reality show. A violência que a sociedade enferma finge não ver, evita discutir e insiste em acobertar. A violência aceita como um determinado “preço” por isso ou por aquilo. Assim, simples, familiar, como qualquer evento rotineiro.

E por falar em evento, qual será o dia da semana mais violento? Pensando bem... Que dia é hoje?

sexta-feira, 27 de julho de 2012

“Crônicas de um Bueno Cavalheiro”



Pensando neste título, Ana Cavalheiro organizou alguns dos escritos de seu pai, redigidos ao longo de uns 40 anos, desde 1950. Muitos deles foram perdidos, para nosso azar. Mas os textos que foram encontrados, e publicados, mostrarão, com certeza, quem era o “Bom Cavalheiro” — Perciliano, o cidadão, o político, o pensador. Um homem que soube defender seu lugar na história. Um homem que, sabendo resguardar o valor das coisas simples, não arredava pé do trabalho, da paz e do sossego – e das leituras intermináveis no sítio da família na Vila São Pedro, em Dourados, MS.

E a família, que mantém esses sólidos valores, decidiu que toda a renda do lançamento do livro será revertida às crianças da comunidade da Vila São Pedro. Só essa meta seria suficiente para a publicação ser admirável, como se não bastasse o texto inteligente de Perciliano Bueno Cavalheiro. Eu, se fosse você, não perderia a oportunidade de ter meu exemplar!

Lançamento do livro “Crônicas de um Bueno Cavalheiro”

Data: Hoje, sexta-feira, dia 27 de julho
Horário: 19h
Local: Buffet Luzly, Dourados, MS

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Adeus e obrigada, muito obrigada à Roselina!



Roselina Colaço Azevedo (1921-2012) é uma dessas pessoas que deixaram marcas. Eu era uma menina quando a conheci, e ela não passava despercebida. Era uma mulher jovem, de estatura pequena, que se cobria de preto dos pés à cabeça: um lenço amarrado como turbante, que mal deixava ver alguns fios do cabelo fino e ralo; uma camisa de mangas compridas hermeticamente fechada até o colarinho; uma saia de pregas que chegava ao tornozelo; meias e sapatos sem salto. Roselina usava tanta roupa, e tão preta, que não permitia vislumbrar nenhum contorno de seu corpo sob elas.


Em meus olhos de criança, algumas imagens ficaram fortemente registradas, como que expulsas daquele visual enegrecido: o brilho do crucifixo preso a uma longa corrente grossa – que Roselina usava sobre a camisa –, as mãos grossas e sempre feridas e um rosto, de traços enérgicos e duros, que transmitia uma mansidão bíblica pelo olhar. Definitivamente, Roselina não era deste mundo.

Não me lembro qual a razão (e tampouco se algum dia ela a relatou), mas Roselina veio do Nordeste para Dourados em 1936, após abandonar sua ordem religiosa, onde foi freira — uma pernambucana que nasceu em Limoeiro e decidiu passar o resto de sua vida em Mato Grosso do Sul. Era uma beata, como se poderia esperar de sua formação religiosa, frequentava a igreja diariamente e trabalhava como se fosse várias. Construiu sua própria casa, aos poucos, com a ajuda de muitos amigos. Cansei de vê-la na escada fazendo serviço de pedreiro. Lembro-me de quando começou a trabalhar com sua ideia da “Casa da Divina Providência”.

Roselina realizava, praticamente sozinha, um trabalho difícil e muito delicado, que até hoje não entendo como aguentava fazer: recolhia em sua própria casa, tal qual uma providência divina, pessoas miseráveis que estavam à míngua, abandonadas, doentes, à margem de qualquer entidade social, estatal ou familiar. Roselina era, literalmente, a última e a única mão estendida na maioria dos casos de que cuidava. Muitos amigos ajudavam com doações, alimentos, remédios e pequenos serviços temporários. Mas a iniciativa e a dura rotina diária eram exclusivamente dela.

Nos anos 50 e 60, lembro-me muito bem, Roselina andava pela cidade em uma pequena carroça puxada por um cavalo, coletando e carregando restos de comida – lavagem – para sua criação de porcos. Com uma força impressionante, ela enchia alguns tonéis e seguia para sua casa. Engordava os porcos para alimentar seus abrigados e os filhos adotivos, ou para vendê-los quando necessário. Com o tempo, e a perda do vigor físico, ela continuou trabalhando, incansável. Fiquei sabendo que, até recentemente, varava madrugadas costurando roupas e, durante o dia, saía para vendê-las de porta em porta.

Em uma entrevista concedida ao jornal eletrônico Dourados Agora, Roselina relatou que “sempre enfrentou dificuldades para firmar convênios com o poder público porque a ‘Casa da Divina Providência’ funcionava em moradia particular e que seu grande sonho era regularizar a entidade, para obter ajuda governamental a fim de garantir o sustento de seus ‘desamparados’.”

Roselina Colaço Azevedo morreu antes de concretizar seu sonho, no último dia 17, aos 91 anos. Saiu daqui pra voltar a usar branco — sua resplandecente cor interior. E deixou os trajes de luto para todos os rejeitados, desprezados, doentes abandonados, crianças e idosos maltratados que ela acolhia com uma bondade que não sei explicar, não entendo — e que me deixa emocionada quando lembro. Quisera eu ser religiosa, crente, temente, espírita, ou fiel a qualquer crença. Passaria semanas rezando em agradecimento a tudo o que ela fez.

Obrigada, muito obrigada, minha querida Roselina!

quinta-feira, 19 de julho de 2012

“De que morrem nossos jovens” – artigo de Luciano Martins Costa


Li no “Caderno da Cidadania” do Observatório da Imprensa e achei que você também gostaria de ler:

MAPA DA VIOLÊNCIA
De que morrem nossos jovens
Por Luciano Martins Costa em 18/7/2012 na edição 703

Comentário para o programa radiofônico do OI, 18/7/2012

Uma das questões mais sensíveis da sociedade brasileira contemporânea é tratada na edição desta quarta-feira, dia 18, dos principais jornais do país. Trata-se dos indicadores de violência contra jovens e adolescentes, uma verdadeira epidemia social que denuncia uma grave patologia, representada pela incapacidade de lidar com a rebeldia natural da juventude.

Os dados do Mapa da Violência 2012 revelam que os assassinatos de jovens até 19 anos cresceram 376% desde 1980, enquanto o total de homicídios com vítimas de todas as faixas etárias subiu 259%. Em muitos casos, os autores das mortes são policiais.

Os números revelam que há baixíssima tolerância, em geral, para atos de delinquência ou simples rebeldia praticados pelos mais jovens. Entre as causas do aumento da violência contra essa faixa da população pode estar a maior liberdade de movimentos que os jovens e adolescentes ganharam nas últimas décadas, passando a se expor mais frequentemente a situações de risco no ambiente externo ao de suas casas.

No entanto, há sinais muito claros, segundo analistas citados pela imprensa, de que a sociedade, de modo geral, os governos e em especial os agentes públicos encarregados da segurança não conseguem lidar bem com o comportamento muitas vezes desafiador da juventude.

Em 1980, os assassinatos de crianças, adolescentes e jovens representavam 11% do total de mortes registradas no Brasil. Em 2010, essa proporção subiu para 43%, segundo os dados do Ministério da Saúde. Ainda que se desconte o fato de que o critério de registro mudou entre 2002 e 2010, com mais qualidade nas estatísticas sobre mortes, não há como escapar ao fato de que é cada vez mais perigoso ser jovem no Brasil.

Outro aspecto que transparece do estudo é que, com a redução das migrações para as grandes cidades, a violência se espalha por todos os lugares. Entre os estados em que mais aumentou o número de assassinatos de jovens e adolescentes estão Alagoas, com uma taxa de 34,8 homicídios por 100 mil habitantes; Espírito Santo, com 33,8; e Bahia, com 23,8 por 100 mil.

Cultura de paz

Os jornais que trazem essas estatísticas também registram casos recentes de adolescentes e jovens mortos em supostos confrontos com a polícia, principalmente nas regiões mais pobres do país. Num desses casos, ocorrido em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, moradores bloquearam ruas e incendiaram um ônibus, em protesto contra o desaparecimento de dois jovens, ocorrido na semana anterior. Eles haviam sido detidos por policias militares e não foram mais vistos.

Esse é um dos casos típicos entre os que engrossam as estatísticas de violência. Mas há também agressões em baladas e outros eventos, brigas de torcidas de futebol, desentendimentos banais e acidentes como causas da perda de vidas muito jovens.

Nos últimos trinta anos, foram 55 mortes diárias, em média, o que coloca o Brasil num lugar destacado em termos de insegurança: somos o quarto país onde mais se mata jovens e crianças em todo o mundo. Os jornais não dão conta de se aprofundar na explicação dessas trágicas estatísticas, mas alguns estudiosos consultados na pressa das edições diárias falam sobre a dificuldade de pais e autoridades de lidar com a imaturidade dos mais jovens.

A juventude é, de fato, o tempo da indisciplina e das contestações, o que pode se revelar fatal, em determinadas circunstâncias, numa sociedade que ainda não se livrou do autoritarismo. Há claramente uma atitude preconceituosa de agentes de segurança contra jovens e adolescentes das comunidades pobres.

Mas há outros elementos não abordados nas reportagens, como o fenômeno da quebra de vínculos sociais. Numa sociedade que experimenta significativas melhorias no campo econômico, seria de se esperar que a diminuição dos quadros de carência extrema se refletisse também na redução de conflitos.

A permanência e até mesmo o agravamento da violência contra os brasileiros mais jovens, e por isso mais expostos aos riscos externos, estão a denunciar a necessidade de uma ação de longo prazo em várias frentes. Numa delas, é preciso reeducar as autoridades e todos os demais agentes de serviços públicos e privados, para que desenvolvam mais tolerância com relação à natural espontaneidade e rebeldia dos mais jovens. Em outra frente, é necessário desenvolver a sério uma campanha permanente em favor de uma cultura da paz.

Em todos esses casos, a participação da mídia é fundamental.


_________________

Não é por nada não, mas será que não se esqueceram de outro “fator de mortalidade”? Refiro-me à mão de obra infantil e adolescente que é cooptada pelo crime organizado (e pelo desorganizado também). Centenas de jovens que são iludidos pelo (aparente) dinheiro fácil da contravenção, em uma sociedade absurdamente consumista que só valoriza quem “tem”, quem “pode”. Como fica a cabeça de um adolescente sendo bombardeada pela importância e valorização dos bens de consumo?

“Em todos esses casos, a participação da mídia é fundamental.” E como é!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

“Anima Mundi”, o mundo em um festival de animação


O Anima Mundi está a um clique: http://www.animamundi.com.br/

E já começou a votação dos 20 finalistas que concorrem ao prêmio do público. Eu gostei especialmente de dois deles:

PENSE BRILHANTE, de Diego Hernández De la Rocha - Canadá, 2012
Uma ideia que quer ser brilhante, mas...



GOLDFISH : DERRAMANDO-SE SOBRE MIM, de Matt Torode - África do Sul, 2012
As aventuras de um peixe dourado de olhos grandes e mente simplória, um amante do lar e da diversão que viaja no tempo fazendo transações caóticas através das eras.


terça-feira, 17 de julho de 2012

“Empreendedores da Conservação” – um dos premiados é de Mato Grosso do Sul


O Programa “Empreendedores da Conservação”, da ONG SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental - e do Banco HSBC, é uma iniciativa de apoio e fortalecimento de lideranças que reconhecidamente atuam na área da conservação da natureza nos diferentes biomas do Brasil.

Recentemente o Programa divulgou quem são os seis empreendedores premiados com R$ 1 milhão. Dentre eles está Gláucia Seixas (foto) – uma incansável zootecnista que cursou mestrado e doutorado em “Ecologia e Conservação” na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – vencedora no bioma Pantanal, pelos seus 15 anos de trabalho e liderança na defesa do papagaio-verdadeiro. Essa ave é uma das maiores vítimas do tráfico de animais silvestres no seu ambiente natural, a região pantaneira.

Parabéns, Gláucia Seixas, pelo merecido prêmio.



segunda-feira, 16 de julho de 2012

Uma paixão peluda



Passei a infância sem nenhum bicho de estimação, em uma chácara repleta de animais no quintal e dentro de casa. A poucos metros da janela de meu quarto, um pomar dava guarida a dezenas de espécies de pássaros que me acordavam antes do nascer do sol. Mas, se houvesse competição matinal de barulho, o alvoroço do galinheiro seria campeão. Um pouco além do pomar, as vacas holandesas tomavam conta do pasto e a cachorrada corria com alguns bezerros.

Circulando pela casa, a fauna também era expressiva. Um papagaio surtado gritava “Louro! Dá o pé, Louro!” – o dia inteiro. Uma arara aparecia voando na hora do almoço, comia mamão na janela da cozinha e ia embora, para voltar no outro dia. Uma gata de nome estranho – Ansialízia – rasgava as almofadas da sala como passatempo predileto e, à noite, dormia na cama sobre os pés de meu pai. Um galo enorme, criado como pinto guaxo, vivia mais na varanda que no galinheiro, e um cachorro, sempre assustado, corria quando minha mãe aparecia. Pois ela, que (inacreditavelmente) odiava animais soltos pela casa, nunca permitiu que eu tivesse um. Por alguma razão que desconheço, essa decisão materna soou tão forte que, mesmo entre tantos bichos, não conseguia chamar nenhum de “meu”.

Cresci. Nunca mais pensei em ter um bicho, até que fui fulminada por um caso de amor à primeira vista. Recíproco. Quando passei em frente a um pet shop, nos olhamos ao mesmo tempo e ele se lançou adiante, raspando as patas desesperadamente contra o vidro, chamando-me. Ele tinha 42 dias e era como um ursinho de pelúcia com olhos luminosos. E eu prontamente atendi a seu chamado. Foi um relâmpago. Uma escolha mútua.

Desde então recebo beijos caninos diariamente. Dezenas de dóceis e meigas lambidinhas em meu queixo. E fico derretida como criança apaixonada pelo mais belo brinquedo novo.

Blógui Dógui Amaral Au-Au: esse é o nome de meu poodle toy. Bem... Toy, no caso dele, foi só no papel. Blógui cresceu mais que o esperado e hoje, com três anos, é um senhor cachorro que me adestrou adequadamente. Sou obediente e entendo suas necessidades. Brincamos com sua bola predileta, corremos pelo gramado e tomamos nossas refeições juntinhos. Ele tem os seus defeitos. É possessivo e late grosso, como o macho-alfa do pedaço que conhece seu território e sabe defender o que é seu. Meu coração faz parte de suas posses (e tenho certeza de que ele sabe disso muito bem).

Como é que pude viver saudavelmente esse tempo todo sem um cachorrinho perto de mim?

domingo, 15 de julho de 2012

20 anos de “Anima Mundi”




quinta-feira, 12 de julho de 2012

Reflexos masculinos… A vida através do espelho


Um curta-metragem que dispensa comentários e legendas.

[Clipei do Professor Texto]



terça-feira, 3 de julho de 2012

Um poema premiado de Carla Ceres


Classificados
--------------------------------------------------------------------
REVENDO, por motivo de mudança, poema seminovo, em bom estado, com torres-de-marfim vindas de França e um lago em seus jardins ensimesmado. Em troca, aceito um canto mais moderno, repleto de grafismo em tons escuros, com guardas patrulhando o lado externo e um medo a se esgueirar por entre os muros.
--------------------------------------------------------------------

Baseado nos pequenos anúncios dos jornais, este poema é meu trabalho com maior número de prêmios pelo Brasil todo”, comentou a poeta, escritora e blogueira Carla Ceres.

Os prêmios foram:
1) Menção Honrosa, medalha de Melhor Texto e Prêmio de Publicação no I Concurso Nacional de Poesias Francisco Igreja, no Rio de Janeiro.
2) Segundo lugar no Prêmio Internacional Círculo de Estudo Pensamento e Ação - Salvador – BA.
3) Menção Honrosa no I Concurso de Poesias da Editora UFMS - Campo Grande – MS.
4) Primeiro lugar como parte da coletânea “Algo além dos livros”, obra vencedora do I Concurso Grupitrupiartes, de Volta Redonda – RJ.
5) Menção Honrosa na fase regional do Mapa Cultural Paulista.

Somente o primeiro concurso exigia ineditismo.

Para mais textos da premiada autora, acesse seu blog:

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Compartilhando Ana Ruas



“Estava tudo quieto! Pedi licença ao branco e com o pincel, eu soprei umas dobras. Depois, abri a porta e convidei o VENTO para entrar e contextualizar a parceria! Por um instante, visualizei uma dança! Contemplei sozinha e calada um balé de CROCHÊ CLÁSSICO! Chorei de alegria!”

Ana Ruas

[clipado do Facebook, de uma postagem de 30 de junho de 2012]

Coro de Câmara da UFMS – tirando o fôlego!



Por um lapso, imperdoável, deixei de divulgar a apresentação do Coro de Câmara da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul do último dia 30 de junho, na Igreja Matriz de Aquidauana. Faço aqui o mea-culpa. O concerto (foto), organizado em comemoração ao centenário da Paróquia Nossa Senhora Imaculada Conceição, foi belíssimo, como era de se esperar.

Sob a regência impecável do maestro Manoel Rasslan, o coro apresentou obras do cancioneiro popular e erudito, com destaque para a produção dos compositores Orlando di Lasso, Schubert, Rodolf Halffter, Marlos Nobre e José Maurício Nunes Garcia.

Uma sugestão ao leitor: sempre que, em qualquer mídia, estiver divulgada uma apresentação do Coro de Câmara da UFMS, anote e compareça. É um espetáculo de qualidade!

domingo, 1 de julho de 2012

Pintando nas férias...

Poucas coisas podem ser tão divertidas!

O Ateliê Ana Ruas oferece oficina de arte nas férias escolares, para crianças de 6 a 12 anos, com no máximo 12 alunos por período.
Primeira turma: dias 2 e 3 de julho, das 9 às 11h30 ou das 14 às 16h30. Para outras informações, ligue em (67)9202-4095.

Veja como funcionam as tais oficinas de arte assistindo o vídeo sobre uma delas – “Arquitetura da árvore” –, com narração da própria Ana Ruas. Dá até vontade de voltar no tempo, só pra participar também.

Saiba mais sobre o Ateliê (que fica na Rua Inah Cesar Rosas, 8 - Tayamã Park, em Campo Grande, MS) acessando o site  www.anaruas.com.br


 

Blog da Maria Eugênia Amaral Copyright © 2011 -- Powered by Blogger