segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Xô, mês de agosto!


Agosto... mês de cachorro louco, ventania, tempo seco. Mês de desgosto.
Acaba logo, vai embora, agosto!
Deus me livre e guarde de você.


sábado, 18 de agosto de 2012

Uma breve homenagem a Paulo Rigotti (1964-2012)


Mato Grosso do Sul está culturalmente mais pobre desde a última quarta-feira, dia 15 de agosto de 2012, com o falecimento de Paulo Roberto Rigotti, vítima de um infarto fulminante. Meio que anestesiada, não encontrei palavras e tampouco coragem para postar essa perda assim que fiquei sabendo. Foi muito triste. Paulinho era muito criativo, muito entusiasta, trabalhava muito. Superlativo! Com essa palavra eu consigo traduzi-lo, pelo menos em parte. Mas prefiro utilizar suas próprias palavras – que clipei de seu currículo Lattes – para (re)apresentá-lo:

Paulo Rigotti é arqueólogo, artista plástico, professor de arte e pesquisador da história cultural no entorno do Pantanal, principalmente a história das artes plásticas nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, e em particular a história, a memória e a obra pictórica de Lídia Baís, pesquisa essa que vem divulgando através de comunicações, palestras e publicações. Graduado em Arqueologia pela Universidade Estácio de Sá/UNESA (Rio de Janeiro/RJ, 1986), Pós-graduado (Nível Especialização) em História e Cultura Contemporânea pela BENNETT (Rio de Janeiro/RJ, 1989) e em História do Brasil pela UFMS (Dourados/MS, 2000) e Mestre em História pela UFMS (Dourados/MS, 2003). Constam também em sua formação: cursos de extensão, oficinas de arte e workshops realizados com artistas e produtores culturais significativos do contexto da arte contemporânea brasileira; participações em salões de artes, exposições coletivas e individuais em cidades de Mato Grosso do Sul e em capitais de outros estados como São Paulo, Rio de Janeiro, Distrito Federal, Paraná e Santa Catarina.

E tomo a liberdade de postar algumas de suas telas, verdadeiras instalações, montagens e construções. Alegorias carregadas pelo imaginário desse artista, que sempre me fizeram tão bem ao contemplá-las.

As quatro primeiras imagens são de obras descritas e postadas por Paulo Rigotti em 10 de março de 2011 no Facebook, em um álbum denominado “Pinturas Recentes”.

Pintura, colagem e bordado com pigmentos naturais, cobre, latão, quartzo, tecido, fichas de papel, lixa e embalagem de chá sobre tela.

Pintura, colagem e bordado com pigmentos naturais, metal, botão e filtro de papel usado sobre tela.

Pintura, colagem e bordado com pigmentos naturais, pérolas falsas, alumínio, disquete e filtro de papel usado sobre tela.

Pintura, colagem e bordado com pigmentos naturais, osso de boi, metal, sementes e descolagem de parede antiga sobre tela.



Em um álbum denominado “Série de Anjos (Pinturas)”, postado em 5 de agosto de 2010, Paulo Rigotti inseriu as duas imagens acima e o seguinte comentário: “Esses são os mais recentes! Eu gosto tanto que não vou nem comercializá-los, pois fiz apenas esses dois anjos de uma série de quarenta. São os primeiros. Depois serão os arcanjos”.

Do álbum “Obra premiada” - Metal, pigmento natural de terra, ferrugem, ocre e cinza; colagem de materiais; costura e bordado sobre tela.

Sobre esse trabalho, Paulo Rigotti comentou: “é um objeto muito antigo (92/93). Faz parte de uma série de vários trabalhos. Não tenho mais nenhum. Uns foram comercializados outros fazem parte de acervos públicos ou particulares. Esta é uma série de ‘pirulitos’ feita com circulo de madeira, ferrugem, grampos de postes e espeto de ferro para churrasco (é que a base do espeto está cortada para melhor visualização da imagem).”

O que mais me dói é que Paulinho tinha, recentemente, pedido demissão de todos os seus empregos formais em Dourados e transferido residência para Bonito, com a meta de “viver a vida e produzir sua arte”. Perdemos, todos – nós, a vida e a arte.

Adeus, Paulo Rigotti!







sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Adeus, Margarida Gomes Marques!


O jornalismo e a cultura do estado sofrem uma perda irreparável. Faleceu hoje à tarde, em Campo Grande, Margarida Gomes Marques, ex-presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso do Sul, ex-presidente da TV Educativa e uma incansável batalhadora pela cultura. Será impossível esquecê-la.

A jornalista Maria Helena Brancher postou no Facebook um depoimento irretocável, do qual me aposso com todo o respeito, em memória a Margarida Marques:
“O maior e mais elevado amor do ser humano é o amor pela humanidade. Em outras palavras, é a postura daquele que se baseia na visão de que tudo é e existe para a Paz Mundial. Esta espécie de amor não é mero ideal ou utopia. É um sentimento rico, nobre e agradável que existe em todo ser humano, mas que muitas vezes não é exteriorizado. Margo soube em vida expressar muito bem todos esses valores, através das muitas militâncias das quais algumas compartilhei intensamente, como no Partidão, nas questões indígenas, ambientais, no sindicato da nossa categoria... enfim ela foi uma guerreira e agora está sendo recebida por Marta Guarani, Francelmo, Ricardo Brandão, Antonio Brands, Marçal de Souza, Dorcelina, Irmã Doroti e tantos outros queridos amigos que já retornaram a Deus. Continue olhando por nós. Saudades!!!”

O corpo de Margarida Gomes Marques será velado até as 22h do sábado (dia 18 de agosto), na Pax da rua 13 de Junho, em frente à Santa Casa de Campo Grande.

Após as 22h o corpo seguirá para Porto Alegre, onde será cremado a pedido de Margarida, e depois levado a sua terra natal, Bagé.


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Lá vêm as Olimpíadas aí, gente!

O título do samba é “Os grandes deuses do Olimpo visitam o Rio de Janeiro”, uma composição de Arlindo Cruz, Rogê e Arlindo Neto para a música-tema do Rio, Cidade Olímpica.

O Rio de Janeiro continua lindo... E a velha guarda do samba dá uma nota especial ao videoclipe produzido por iniciativa da prefeitura. Só falta descobrir quais são os “deuses do Olimpo” nas imagens globais. Eu voto no Rodrigo Santoro para Apolo. Hera, lá no morro, tá com a cara da Fernanda Montenegro. A Nélida Piñon deve ser Atena. Regina Casé se entregou com o beijinho na árvore: Deméter – deusa da fertilidade, agricultura, natureza e estações do ano. E, saindo do mar, de La Peña deve ser Posseidon.

Só não achei nenhuma graça no bêbado que derrama cerveja. Se bem que ele deve ser outro deus – Dionísio (Baco para os romanos)  que ficou na roda de samba até clarear, ficou de perna bamba de tanto sambar e, é claro, encheu a cara!

Tá chegando a nossa vez. Não sei se fico alegre ou triste.



domingo, 12 de agosto de 2012

Encerrando o domingo com André Matos Moreira


Aumente o volume para a virtuosidade do pianista e compositor André Matos Moreira: “Concerto para Piano n.° 1” é de sua autoria.

Além de compositor, ele é regente de coro, produtor e professor de piano. Desenvolvendo seu trabalho apaixonadamente, André realizará um concerto no dia 27 de outubro, no Teatro Municipal de Dourados. Que sorte a nossa!

Saiba mais sobre esse jovem pianista: “Um menino — André Matos — e seus desejos”.



sábado, 11 de agosto de 2012

Uma história nacional


Aquele era um dia especial. Wellinton, cheiroso e bem barbeado, passava gel no cabelo impacientemente. Sua ansiedade tinha um nome: Rosekely. Em meia hora iria encontrá-la na saída do cabeleireiro Elle e Ella – Unissex. Era o melhor salão do bairro. Com grandes espelhos, arranjos de rosas vermelhas made in China e duas poltronas encapadas com bolinhas de madeira, o salão lembrava a boleia de um caminhão, com ares de camarim de vedete em posto de gasolina na rodovia.

Rosekely era a grande atração do cabeleireiro. Todos os homens do bairro e redondezas faziam seus cortes atentos aos espelhos, acompanhando-lhe as pernas e curvas com o rabo do olho.

Wellinton era o homem mais feliz do mundo. Ele e aquela deusa estavam azarando há meses. Rosekely era do tipo difícil e, para ficar com Wellinton, exigira mudanças radicais em seu comportamento: nada de agitar nas baladas e, depois de levá-la para casa à noite, devia sair da rua rapidinho. Ela exigia e garantia fidelidade. Wellinton, encantado, era todo cordato.

E aquela noite... Os preparativos foram cuidadosos. Wellinton conseguiu um vale com o patrão. Os últimos salários já tinham evaporado em acordos para limpar seu nome na SPC. Ele fazia questão de deixar o passado enterrado, com o nome desimpedido e o coração comprometido. Eram planos antigos, desejados desde a adolescência, memorizados naqueles momentos íntimos quando, tarde da noite, encolhido no beliche, ouvia os berros do pai bêbado e endividado. E, sonolento, mentia para si mesmo... Era somente mais um pesadelo.

Passando o pente no cabelo pela décima vez, Wellinton afastou os maus pensamentos e se olhou no espelho, de lado, de frente... Aprovando a imagem refletida, abriu um sorriso, encheu o peito e deu um longo suspiro. Ela vai dizer sim! Aquela noite seria perfeita. Aflito por um momento, apalpou a carteira. Mas relaxou; o dinheiro era suficiente. Umas cervejas e os ingressos para o bailão estavam garantidos. Em alguns minutos Rosekely estaria em seus braços.

E o tempo voou... Rosekely, linda, dançava no salão. Wellinton ao seu lado, apaixonado, beijava seu corpo com o olhar. O som estava no máximo, com as caixas imensas vibrando cada batida: “Eu quero tchu, eu quero tcha, eu quero tchu, tcha, tcha...” Uma gritaria no salão sufocou o ritmo e Wellinton caiu na pista. Rosekely, sorrindo, agachou-se para ajudá-lo a se levantar. Abraçada a ele sentiu um líquido quente escorrendo por sua mão.

Um novo amor estava pulsando, novo, lindo, cheio de esperanças! E uma bala perdida encontrou o peito de Wellinton. O assalto ao lado deu errado, Rosekely não disse sim e Wellinton vai ser um número a mais na estatística nacional sobre a escalada do crime.

Coisas de um Brasil pobre na política e rico no narcotráfico, na corrupção e na violência que assassinam centenas de Wellintons por ano e geram outros tantos impunes, cínicos e acomodados. Alguns até criam mensalinho e mensalão... E se gritar “pega ladrão”? Sobram muitos, meu irmão! Todos tão inocentes...

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Educando o olhar! Especialmente para crianças de 6 a 12 anos...



Um recado para todos os pais, mães, tios, tias, padrinhos e madrinhas — e a quem mais possa interessar — que estejam desanimados de ver as crianças desperdiçando tempo tão precioso em frente à TV, especialmente nos fins de semana: já estão abertas as inscrições para a oficina SE ESSA RUA FOSSE MINHA — uma atividade que faz parte do projeto Educando o olhar, do Ateliê Ana Ruas, a ser realizada em três sábados — nos dias 11, 18 e 25 de agosto de 2012.

Saiba mais sobre a oficina visitando o Ateliê pessoalmente — Rua Inah Cesar Rosas, 8, Tayamã Park, Campo Grande, MS — ou através de seu site — www.anaruas.com.br. Informações também podem ser obtidas pelos telefones (67) 3326-1078 ou 9202-4095.

Quisera eu ter tido essa oportunidade na minha infância!


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Brasília, segundo Tão Gomes Pinto


Nestes tempos agitados, uma imagem não me sai da memória ao ver Brasília num vai e vem danado de advogados, ocupando as primeiras páginas dos principais jornais com o julgamento da Ação Penal 470, vulgo “mensalão”.

A tal imagem me foi mostrada, há alguns anos, pelo jornalista Tão Gomes Pinto em suas memórias paquidérmicas, na apresentação de seu livro O elefante é um animal político:

“A primeira vez que vi Paris foi muito diferente da primeira vez que vi Brasília. Em Paris, desci do avião, tomei um ônibus (linha Orly–Gare des Invalides) e, de repente, fui invadido por uma sensação agradabilíssima. ‘Estou numa cidade’, pensei. Em Brasília foi diferente. Abri as cortinas do venerável Hotel Nacional, olhei a paisagem e disse, vendo aqueles carros que passavam por baixo e por cima do Eixão: ‘Estou num autorama’.”

Tão Gomes Pinto

O elefante é um animal político – um livro de autoajuda para quem tem ambições e um manual de sobrevivência para quem vive nos arredores do poder – São Paulo, Geração Editorial, 2006.

Para saber mais sobre Tão Gomes Pinto (segundo ele mesmo, na sua página do Facebook):
Jornalista, trabalhei nas equipes que criaram o Jornal da Tarde e as revistas Veja e a IstoÉ. Fui Secretário de Imprensa do governador Franco Montoro, Chefe de Comunicação Social do ministro Roberto Gusmão, do prefeito de Campinas, Jacó Bittar, assessor de imprensa dos senadores Carlos Wilson e Delcídio Amaral. Entre outras atividades, fui diretor de Redação da IstoÉ, da revista Manchete, redator-chefe da revista Imprensa, do Diário do Comércio de São Paulo, do Correio de Uberlândia, repórter especial e colunista da Folha de S.Paulo, chefe da sucursal paulista do Correio Braziliense, trabalhei como repórter no Notícias Populares e comecei minha carreira como repórter da Ultima Hora de São Paulo. Fui consultor de campanhas eleitorais. Tenho três livros publicados. Sou casado, tenho filhos e netos. Sou blogueiro ativo no domínio www.taogomes.com e sou comentarista da Rádio Metrópole, de Salvador, BA.

Se você não conhece Brasília (DF), veja:

FONTE DA IMAGEM: Foto de Ed Ferreira/AE – Acessos ao “Eixão” e “eixinhos”, Brasília, DF, 2010.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Ton Barbosa e Zilá Soares, na Galeria do Memorial da Cultura



A Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul abre a exposição “7 tons de vermelho e pedalando na lagoa”, com obras de Zilá Soares e Ton Barbosa, na Galeria do Memorial da Cultura, amanhã à noite.

A mostra, que permanece aberta até dia 31 de agosto, integra o “Projeto Território Ocupado” do Núcleo de Artes Visuais da Fundação.

Exposição “7 tons de vermelho e pedalando na lagoa”
Data: Amanhã, quinta-feira, dia 9 de agosto
Horário: às 19h30
Local: Galeria do Memorial da Cultura
Endereço: Av. Fernando Corrêa da Costa, 559 – Centro – Campo Grande, MS.
Entrada Franca

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Movimento Coral da UFMS – O retorno




Começa amanhã a Temporada 2012 do MOVIMENTO CORAL DA UFMS, com a apresentação do Coro de Câmara, do Coral e do Coro-Escola, sob a regência impecável do maestro Manoel Rasslan.

Teatro Glauce Rocha - UFMS
Data: dia 8 de agosto (quarta-feira)
Horário: 20h
Entrada Franca

domingo, 5 de agosto de 2012

Para fechar o domingo: “Ne me quitte pas”, com Maria Gadú




sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Cinco amigos e um reencontro a cada cinco anos... há 30 anos!


Em 1982 eles eram amigos inseparáveis que haviam concluído o ensino secundário em uma escola de Santa Bárbara, Califórnia. Todos tinham então 19 anos e decidiram passar o verão na casa dos avós de um deles (John Wardlaw), no Lago Copco, no norte do estado. Naturalmente, para registrar a viagem do grupo os amigos posaram para uma foto. Simples assim, uma foto para ser guardada como recordação:

1982


Foi então que a brincadeira começou... Na época ainda não existiam câmeras digitais e a imagem precisou ser revelada em laboratório e copiada. Ao terem em mãos as cinco reproduções, uma para cada um, eles riram e decidiram, talvez meio na gozação, que manteriam contato até o final da vida e que, a cada cinco anos, se reencontrariam no mesmo local para reproduzir a mesma foto, em seus mínimos detalhes. O tempo passou, todos enveredaram por suas profissões, namoraram, casaram, hoje um deles reside em outro estado, mas a amizade manteve-se fortalecida e, no mês passado, eles retornaram ao Lago Copco para registrar o sétimo encontro do grupo. Exatamente isso: fizeram a sétima foto dessas três décadas, prosseguindo a sequência ininterrupta de uma imagem a cada cinco anos.

Hoje eles são notícia no mundo inteiro. Em tempos de relações superficiais, encontros ocasionais e amizades virtuais — seladas pela internet com um clique de “adicionar” —, cinco amigos que mantêm um vínculo real por tanto tempo vão se tornando raridade. Ou mesmo um absurdo, como li em uma rede social: “Eles não existem. Alguém manipulou as fotos pra envelhecer os caras. Amigos por 30 anos? Quem acredita nisso? Surreal!”.

Mas os amigos já foram entrevistados em vários programas de TV dos Estados Unidos. E me pareceram bem vivos. Até postei todas as fotos (veja logo abaixo), mostrando as aventuras que o tempo registrou em cada um deles. Em todas as imagens, da esquerda para a direita, estão os mesmos John Wardlaw, Mark Rumer, Dallas Burney, John Molony e John Dickson. Um emagreceu, outro engordou e emagreceu depois, em alguns o cabelo começou a ficar ralo, um deles está bem grisalho e todos os rostos estão mais expressivos. São pessoas que, apesar de seus problemas, histórias e vidas, decidiram dizer sim à amizade — exatamente como na canção de Milton Nascimento e Fernando Brant: ...mesmo que o tempo e a distância digam não...

A história das fotos desses senhores (na última eles já estão com 49 anos) é hoje reconhecida como um tributo à amizade. Uma brincadeira quase adolescente que se transformou em um desafio para cinco homens. Quem disse que ser amigo é fácil?

1987

1992

1997

2002

2007

2012

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mostra de Humor sobre Educação Ambiental




Que formidável! O Programa de Pós-graduação em Educação Ambiental da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, juntamente com o V CPEASUL - Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul e IV EDEA - Encontro e Diálogos com a Educação Ambiental, convida cartunistas do Brasil e de outros países a participarem do 1ª Mostra Internacional de Humor sobre Educação Ambiental, a realizar-se na cidade do Rio Grande, no Rio Grande do Sul, de 25 a 29 de Setembro de 2012.

Para mais informações:

 

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